quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Perfumes

Hoje lembrei-me que se calhar não é má ideia eu comprar um perfume para mim este Natal ou nos meus anos. O tempo que medeia um e o outro evento não é assim muito pelo que é uma questão de semanas.

O perfume que tenho ainda não acabou, tenho usado pouco. Se calhar é por isso que o mulherio não me passa cartão...mentira, por acaso as babes que ao longo do tempo chegaram mais o seu nariz a mim sempre me elogiaram o facto de eu estar/ser um gajo cheiroso.

Não repito perfumes. Tenho sempre comprado um diferente e nem é propositado. Os perfumes que compro têm sido sempre sugestões femininas. Família, amigas e mulheres por quem me apaixonei. Sou bastante influenciável na escolha de um perfume.

O perfume, o desejo, a paixão, o tesão têm uma relação estreita. O cheiro é um sentido poderoso que é capaz de evocar memórias do passado e fazer-nos como que "saborear" de novo aqueles momentos. 

O perfume que, ainda, não acabou foi ela que o escolheu. Não foi comigo comprar mas escolheu. Não sabia que me tinha escolhido um perfume até me agarrar, sentir, cheirar e soltar de forma lânguida "...hummmm adoro este perfume...foi escolhido por mim não foi?" Eu sorri, dei-lhe um par de fungadelas no cangote e retorqui "Eu não sei o nome do teu perfume...tão bom...daqui a pouco será a única coisa que vais ter vestido!"

Uma mulher vestida só com um bom perfume é delicioso. Se juntar bela lingerie e uns saltos altos bem sexys...é de cortar a respiração!

O perfume vai acabar, não é uma metáfora para nada, e eu vou precisar de um novo. 

Aceito sugestões e/ou ofertas.


quarta-feira, 18 de novembro de 2015

sábado, 7 de novembro de 2015

Quartos da saudade

Gosto de hotéis, gosto das camas grandes dos hotéis, gosto de quartos de hotel. 

Passando todos dias por hotéis por vezes a minha mente divaga e a saudade de certos momentos bate com mais força, momentos reavivam na minha memória. O gosto pelo momento vivido mistura-se de uma forma muito própria com o amargo da saudade de momentos que não se vão repetir, daqueles momentos, daquele corpo, daquele beijo, daquele sexo, daquela mulher...

Saudades de todos aqueles momentos e daquela tarde/noite/manhã em particular, lá no alto do último andar com cidade e mar até onde a vista alcança e onde a cumplicidade dos corpos culminou em momentos de puro êxtase, do melhor sexo, deixar o mundo todo fora e serem só dois que se entregaram de corpo e alma. Algo de inexplicável, algo de viciante, algo mais do que apenas carne, tesão e luxúria. Aquele quarto...

Faz-me falta...