quarta-feira, 11 de março de 2015

Reflexões ao volante e paixão das curvas

Eu até podia falar de uma fantasia que envolve eu a conduzir e uma acompanhante feminina mas deixa-me guardar isto parta mais tarde. a verdade é que me passa taaaaaaaaaaaaanta coisa pela cabeça quando tenho uma moça jeitosa comigo no carro, adiante...

Fazia eu estes dias o caminho que me leva e traz do escritório e dei por mim num estado meio lamechas a admirar a beleza de parte do percurso. A parte em que passo pela floresta e está tudo tão bem cuidado e como com neve aquele cenário era absolutamente deslumbrante. Numa parte com cerca de 200 metros as árvores formam uma espécie de túnel, é bonito! 

No meio disto tudo deu-me para ir pensando nas mulheres por quem já me apaixonei. Os dedos de uma mão chegam. Eu duvido um bocado das pessoas que dizem que já estiveram apaixonadas/os por montes de gente, acho que há ali alguma confusão porque o facto de eu me sentir atraído por uma mulher e querer fodanguice da boa com ela não quer dizer que eu esteja apaixonado. Paixão é uma coisa e tesão é outra, soa de forma parecida mas não é o mesmo no entanto para mim a primeira tem que ter a segunda senão esquece...

Isto das paixões já me vinha remoendo cá dentro porque uma pessoa nunca sabe quando começa nem quando vai acabar. Parece um ciclo que fatalmente irá ocorrer. Talvez por isto nunca gostei de estar apaixonado. Só me provocava uma tremenda agonia, um nó no estômago e um aperto no coração. Esta merda da paixão unidireccional é uma valente merda e não me fodam a dizer que não é e que é tão bom estar apaixonado, deve ser deve mas se se é correspondido/a. A paixão por desporto nunca foi a minha praia. 

Isto das paixões podem destroçar uma pessoa. Eu já andei na merda algumas vezes, e por largos meses, por causa disso. O facto de estar a umas horas de avião ajudava a aliviar a cena porque não me ia cruzar na rua com ela, outras o álcool era um aliado nas noites de insónia e outras era como que trespassado por facas quando fingia estar tudo bem e a via feliz com outra pessoa. 

Aqui há uns anos, poucos, estava na ressaca de uma paixão e tive de ir ao casamento de uma amiga. Não uma amiga qualquer, a minha primeira paixão, o meu primeiro amor, a mulher que durante uns 10 anos eu achei ser "A tal" e a única que eu achava que algum dia seria capaz de me levar ao altar. Foi brutalmente estranho e não foi pelo facto de eu não simpatizar muito com o marido dela, foi estranho porque durante anos pensei que quem estaria ali ao lado dela seria eu. Nunca fomos mais do que amigos mas aquilo tocou-me...isso e ter rasgado o meu blazer preferido no raio da boda.  

A paixão e o amor realmente não são para todos. Nem toda a gente será alguma vez correspondida na paixão e/ou no amor. Nem toda a gente viverá um grande amor. Há quem vá ficar sempre sozinho/a e não é pessimismo meu, é a verdade. 


sexta-feira, 6 de março de 2015

Já que insistes...

...podes, anda lá :P

Yes you most definitely can.

(nota-se que ando sem tempo/vontade/inspiração para escrever algo mais complexo e a gaja é bem gira e apetecível...)

segunda-feira, 2 de março de 2015

O meu avô nunca me deu conselhos destas mas olhem que...

...até tinha sido útil mas como sou um rapaz que faz por se informar lá me fui safando airosamente. Se há reclamações falai agora ou calai-vos para sempre :P 

An advice of my grandfather ...