quinta-feira, 22 de maio de 2014

Bailemos nós

Voltar é nostalgia. Voltar traz-me recordações do bom e do mau, é normal acho eu. A vontade de repetir certas coisas e pessoas do passado muitas vezes põe-me nostálgico. Este fim-de-semana a visão de uma bailarina que transbordava sensualidade, a dançar ou parada porque o corpo daquela mulher era qualquer coisa digna de ser contemplada, fez-me reviver de uma forma bastante vívida momentos únicos partilhados com alguém que transborda sensualidade e, tal como aquela bailarina, tem o olhar felino e sedutor de quem sabe perfeitamente o efeito que provoca em quem a olha.


O inesperado do nosso encontro foi semelhante ao inesperado de ver aquela bailarina a bambalear o corpo pela pista do bar de sempre. O nosso encontro, não com a bailarina, começou morno e, mesmo no meio de outros, aqueceu, aqueceu até que entrou em ebulição. Inesperado, uma surpresa encontrar tal ser e mais inesperado ainda devolver o interesse que eu havia depositado nela.


O desejo por aquela mulher desde o primeiro momento que lhe pus os olhos em cima cresceu ainda mais ao ouvir o que lhe saía da boca por aqueles lábios carnudos e que prometiam beijos de roubar o fôlego. O timbre da voz seduzia.

Quando uma mulher é bem segura de si, sabe o que quer e não está para joguinhos parvos, vai directa ao assunto. Ambos fomos e não foram precisos discursos ou longas palestras de elogios mútuos. Queríamos o mesmo e isso bastou. 

O desejo, a vontade, a excitação e empatia fizeram de uma simples noite de sexo e loucura numa fabulosa noite de sexo e prazer partilhado entre dois seres que não sendo muito mais do que perfeitos desconhecidos nessa noite fossem verdadeiramente amantes e cúmplices no prazer que davam um ao outro.

Partimos um do outro, por vezes as regras do desejo e do tesão não se conseguem sobrepor aos ditames da vida de cada um. Partimos mas com o sabor um do outro nos lábios e a memória dos nossos corpos numa comunhão de desejo e tesão que desde então não mais encontrei.

Pode ser que um dia os olhares se voltem a cruzar e bailemos de novo como a bailarina de olhar felino, cor de pecado e sensualidade que enchia a pista.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Home

Também eu me dou a clichés de quando em vez. Daqui a menos de 24h vou ar um pulinho até casa...e diz que para a semana chove, oh p*ta de sorte.

De qualquer maneira, ai que vontade pah!!!


sábado, 10 de maio de 2014

A merda da distância

A distância é uma merda e mata coisas, pessoas, relações. 

O estar longe de pessoas de quem gosto e não ter a possibilidade, e/ou os meios financeiros para poder ir ter com elas, é a coisa que mais me custa nas minhas aventuras longe da minha terra.

A distância fez com que amigos se distanciassem de mim e ajudou a perceber que posso estar meses sem falar com alguns que, ao meter os pés em solo Português e indo ter com eles é como se tivéssemos estado juntos no dia anterior. 

A distância já me apagou a pequenina chama que eu julgava estar a arder entre mim e alguém especial. A distância destróis chances ao amor e faz com que as pessoas nos varram do seu coração e a mim deixa-me cicatrizes profundas no coração como que a dizer "É porque tu estás longe que não deu certo, que não aconteceu, que não foste feliz desta vez." O pior é que é verdade...a culpa é minha porque estou longe, porque tenho que ir para longe para sobreviver. Por vezes pergunto-me se sou assim tão burro e incompetente que tenho que ir para longe para poder sobreviver a nível profissional obliterando qualquer ideia que eu tenha de poder vir a ter vida pessoal.

Não acredito em relações à distância. Gostava de partilhar um bocadinho daquela imensa fé e optimismo de quem fala das suas relações à distância e que diz que essa mesma distância só reforçou o amor que sentem pela outra pessoa. Eu tento, a sério que tendo, mas não consigo encaixar isso em mim, não dá. Se digo isto em voz alta invariavelmente levo com a puta da frase, uma das que mais me enfurece e quase me faz insultar alguém: "Ah, isso é porque nunca gostaste a sério de ninguém, é porque nunca estiveste verdadeiramente apaixonado ou amaste alguém." Foda-se, pró caralho mais a puta da conversa. Sabem lá da minha vida toda ou se eu amei ou não, se me apaixonei a sério ou não. Amei sim, apaixonei sim. O sentimento do outro lado não era o mesmo, é a vida. Mas o meu sentimento era e é verdadeiro. 

Das coisas que mais prazer me daria fazer caso dinheiro não fosse mesmo problema era meter-me num avião sempre quisesse e fazer uma chamada: "Olá! Vamos jantar mais logo?"

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sábado, 3 de maio de 2014

Sabedoria no 9gag

Um dos meus sites preferidos e onde passo horas é o 9gag. Por vezes há lá pérolas de sabedoria que eu vou partilhando. 

Ora mais uma e que é bem verdade.

Take initiative

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Ponto fraco/chave

Diz-se que é preciso saber em que "botões" carregar para provocar as reacções que queremos de alguém. Se pressionarmos os botões certos poderemos ter agradáveis surpresas.

Os homens são muitos simples e básicos nesse aspecto, eu incluído, mas há pontos/botões que têm outro encanto, que têm mais poder do que os outros. O pescoço é um deles. Não sei porquê mas darem-me atenção ao pescoço faz maravilhas, acho bastante sensual no meu caso não tem nada a ver com fantasias vampirescas...apesar de ter os caninos algo salientes e se eu morder deixa umas marcas tipo vampiro :P

O pescoço, a meu ver, tem alto potencial erótico. Gosto que se dediquem um pouco ao meu pescoço e adoro atacar o pescoço feminino, é bonito e oferece belo caminhos para o prazer tanto subindo como descendo, pela frente ou por trás. Quem nunca sentiu um leve tremer de pernas por causa de um beijo bem aplicado no pescoço que atire a primeira pedra. Se atiraram pedras arranjem um moço ou moça que vos agrade e ponham isso em prática, vá lá, não custa nem dói nada e se doer...se doer pode ser tão bom na mesma :P