terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Já passou...

O Natal já passou, ainda bem. Natal triste, muito triste, negro, frio como a morte, frio de morte... Parte da minha história partiu.

Natal triste, Natal negro e o pragmatismo de uma criança: "Agora é preciso uma foto da avó ao lado da do avô no cemitério..."

sábado, 20 de dezembro de 2014

Época de festas e preocupação

Daqui a dias vou para casa, a casa onde cresci e estão quase todos os meus. Quero que os dias passem mas estou com uma estranha sensação de não querer ir e isto faz-me sentir mal. A matriarca da família está no hospital, a minha segunda mãe, uma das pessoas que me criou e o mais provável é que lá passe o Natal. Já passei por isto antes e é uma merda, não há outra palavra, é uma merda...

Quero que o dia venha rápido, que o avião voe rápido, quero lá saber de prendas, não comprei nada ainda e nem quero saber se alguém tem qualquer intenção de me dar algo, é a última coisa que me passa pela cabeça.

A velhice pode ser penosa, infelizmente...

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

O corpo não se esquece (outro capítulo)

Subo as escadas para ir à cozinha buscar alguma coisa para comer, doem-me as pernas, dores musculares de quem andou a puxar pelo corpo no ginásio e vou barafustando mentalmente "pois é, andas a fazer agachamentos para ver se metes esse bufunfo mais rijo e depois caminhas como se tivesses as virilhas assadas..." Vou-me rindo de mim próprio e depressa o pensamento resvalada para outro momento no passado em que as pernas ficaram doridas e as canelas como um jogador da bola que se fartou de apanhar porrada num jogo.

"Ahhh fodasse...foi tão bom, pelo mesmo motivo andava todos os dias dorido" pensava eu, as memórias daquela tarde/noite/manhã de verdadeira luta corpo a corpo em que o objectivo não era ganhar nenhuma guerra mas batalhar sempre em prol do próximo orgasmo, um atrás do outro, um mais rápido, outro mais prolongado, outro quase arrancado a ferros (e quase arrancando os ferros da cama diga-se em abono da verdade) no culminar de uma monumental foda (estou a citá-la mas eu concordo a 100%)!

Li algures num blog uma moça a "queixar-se", num misto de gabarolice de quem andou na loucura descontrolada e 'ai-tou-tão-satisfeitinha-que-quero-partilhar-com-vocês-todos', que o sexo fere. Já o tinha comprovado no passado com quando quase parti um pé a uma moça e noutra ocasião esfolei um joelho num sofá. Mas estas minhas dores 'sabiam' de forma diferente, evocavam de um prazer cru, selvagem, quase primário.
(se a autora da frase se reconhecer aqui que não fique chateada porque não a estou a criticar, quanto muito é inveja minha, brincadeira, ok? ;))

As dores iam dando sinal a cada passo e descer as escadas foi motivo para novo momento de "ai, ui, fodasse que ou estou velho ou hoje abusei".

Abusar...foi realmente um abuso aquelas horas todas de corpos encaixados, suados, em batalha. O calor que emanava de nós era impressionante. A água que havia não chegava para nos saciar a sede.

A cada passo até ao quarto lá ia eu com um sorriso na cara a recordar momentos, detalhes, palavras ditas no calor do momento, o modo como lhe agarrei nos cabelos, as pernas entrelaçadas a prender-me, a fazer planos do que vou fazer se houver próxima...

Um reencontro que começou como se fosse a primeira vez que nos víamos, rapidamente passou evoluiu para o estado de cumplicidade e conhecimento do corpo um do outro que só a cuidada exploração do corpo e experimentação permitem.  

Foram horas e horas de prazer. Sem objectivos de maratonista mas com vontade de aproveitar todos os minutos disponíveis, fodemos! Fodemos muito, fodemos bem, fodemos até a cama sair do sítio, fodemos até encharcar lençóis e almofadas, fodemos ao teu, ao meu e ao nosso gosto, fodemos quase como se a nossa vida dependesse de um de nós se vir ou não...

O corpo ficou dorido e doeu nos dias a seguir, mas uma dor boa, muito boa. Mandei-lhe uma foto a mostrar como me tinha deixado um braço negro, a resposta foi deliciosa "É uma queixa?! Tu bem que gostaste e isto só prova que queres repetir, queres mais!"

Quero mais, sim, porque quando é tão bom...há que pedir bis!

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Fico desconcentrado

O ginásio é local para fazer exercício, vou lá para isso e a fortuna que pago todos os meses é a minha principal motivação. Há vezes em que uma pessoa consegue lavar bem a vistinha e isso é um grande bónus no meio de todo o esforço, suor e parecer um porco a caminho da matança.

Hoje, como normalmente, lá fui eu mexer as banhas para uma aula de spinning. A música por vezes é de um gosto muito discutível mas tem dias em que a alminha que está em cima da bicicleta a conduzir a aula se lembra de verdadeiras pérolas.

A música é boa, já conheço vai para mais de 15 anos, e com a visão daquele decote tão perfeitinho...eu não me consigo concentrar, sou só humano! A miúda já me apanhou um par de vezes mas não deixa cair a sua poker face, sendo ela italiana eu já estava a contar com um par de estalos e um escândalo mas tenho tido sorte :P

A música:


E um pequeno bónus :)







terça-feira, 18 de novembro de 2014

Prazeres ao alcance

Há bocado estava a jantar na cozinha quando a minha colega de casa chegou. Ando sem paciência nenhuma para a aturar porque quando lhe dá para as paranóias dela e para cismar em certas merdas não dá para aturar. 

Meteu conversa por causa da comida, doces, eu ir ao ginásio, etc. Eu lá lhe disse que comer é um dos prazeres que eu tenho na vida e que vou tentando aproveitar os prazeres que estão ao meu alcance. Já antes escrevi sobre isso e referi-lhe que o que está ao meu alcance vou aproveitando, quer seja comida, tabaco ou álcool...

Diz ela: "Tu fumas?! O.o Nunca te vi fumar." 

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Por acaso até já viu mas eu lá lhe disse que na falta de chance de 'aceder' a prazeres mais saudáveis um gajo arranja-se com o que tem.

Agora apetece-me um cigarro e café, não tenho nem um nem outro em casa e tenho preguiça de me meter no carro e ir a algum bar.

Como diria a outra, "apetece-me algo..." e eu acrescento "...e alguém!"


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Acaba por ir tudo dar ao mesmo (post com linguagem susceptível de ferir algumas sensibilidades)

No passado fim-de-semana estive na companhia de uma série de pessoas com quem é agradável passar o serão e conversar um bocado.

Inevitavelmente a conversa foi dar a certa altura a sexo, só a conversa porque aquela malta não é dada a grandes rebaldarias...e por acaso até temos pena em certos casos, muita pena...ai a moça do corpete, a moça do corpete!

Falou-se de muita coisa no que a sexo diz respeito, incluindo cenas mais hardcore, BDSM e afins à conta da descoberta de um certo livro por parte de uma das presentes. 

Acho piada a ver a reacção das pessoas quando se fala de certos temas dentro do vasto universo que o sexo abarca por assim dizer, pelo menos não ouvi ninguém dizer que sexo oral era nojento e pouco higiénico mas também é verdade que quando falavam disso a minha mãe me telefonou e estivemos um bocado à conversa.

Alguém falava de "fazer amor", outra pessoa disse que o não sei das quantas dizia que não fazia amor só fodia, etc. enquanto eu via duas ou três caras de constrangimento quando ouvem foder. Juro que quando vejo estas caras de repúdio quando se fala em foder só me apetece perguntar se não gostam de uma bela foda. Que me desculpe quem não gosta da palavra em si mas não há outra para descrever de uma forma crua, simples e directa o que se pretende com a palavra foder: sexo vigoroso, com vontade, em que há entrega e empenho mútuos, em que há aquilo na mão, a mão naquilo, beijos, lambidelas, chupadelas várias, prazer, orgasmos (sim plural porque eu não sou gajo de ficar satisfeito só com um meu e dela)!!! 

Nunca fui particular adepto da expressão "fazer amor" mas nem me manifestei contra a mesma, só disse que era uma chatice ficar só naquela do amor fofinho e que era preciso variar um bocado, dar umas palmadas e partir para uma cena mais vigorosa.

Ouço logo "ai mas eu quero o amor fofinho e tudo aquilo a que tenho direito". Retorqui que tudo bem, tudo na santa paz do senhor mas que para mim não dava só o amor fofinho, tinha de haver mais senão a coisa perdia cor, sabor, pica e não disse tesão porque já começava a sentir uns olhares de soslaio e eu tinha uma bela dor de cabeça e estava a ver quando ia para casa.

Na verdade, eu nem sequer sei "fazer (O) amor". Uma bela noite em que estava numa agradável sessão de 'sexting' com uma dama (apeteceu-me :P) que me é muito querida e a certa altura surgiu uma mensagem que era algo como "E fazias amor comigo?!" Eu engoli em seco e num misto de tristeza e atrapalhação lá disse que nesse caso ela teria que me ensinar como era. Ela fez o melhor que podia, dadas as circunstâncias, para me explicar e deixou-me ainda com mais vontade de o experimentar com ela. Soou-me bem, soou a algo que eu era bem capaz de apreciar visto que eu aprecio muito sexo com entrega de parte a parte. 
Nunca chegamos a colocar em prática aquilo que foi dito por mensagens e imaginado incontáveis vezes na minha cabeça. As circunstâncias das nossas vidas não o permitiram mas, quem sabe um dia, estaremos os dois 'na mesma página' e queiramos o mesmo no mesmo momento e aí quem sabe ela não cumpre a prometida lição. 

Fazer amor, foder, queca, etc. ... no fundo vai tudo dar a sexo e a isso se resume.

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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Vontades/desejos/te(n)são...

Faz-me falta, muita falta e há dias em que a cabeça anda mesmo à roda. Estou preguiçoso com as palavras, deixo as imagens falarem por mim. :)

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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Desabafo

Sinto-me triste, cansado, tenho saudades de casa...eu vivo e trabalho aqui, mas esta não é a minha casa.

Férias só no Natal, sinto-me desgastado e parece que a minha capacidade de raciocínio se foi abaixo.

O que vale amanhã é Sexta e, espero bem que não me arranjem trabalho, vou enterrar a tromba na almofada e dormir o fim-de-semana todo a ver se o tempo passa mais depressa.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Ai os doces...

Sou um tipo bastante guloso, já que sou gordo ao menos que não seja só fama e tenha algum proveito. Eu vou-me controlando mas também vou cedendo à tentação porque a minha vida sem doces já é deprimente que chegue.

Sempre disse que tenho de usufruir dos prazeres que estão ao meu alcance por isso digo sempre para não me lixarem o juízo quando fumo, bebo e me lambuzo com doces. Não tudo ao mesmo tempo mas já aconteceu e foi bem bom, não me melhor que sexo mas já que para isso parece que tem de haver uma noite gelada no inferno ao menos vou-me consolando como posso.

A cena do Halloween nunca me disse nada mas tenho vindo a apreciar a tendência para as moças deste lado do Atlântico importarem os ditos "sluty costumes". A expressão não é minha e eu nada tenho contra os disfarces reveladores da bela anatomia feminina. Já que não posso ver com as mãos ao menos olho, discretamente, mas olho.

Este Halloween foi a um bar, aliás, deu lá um salto por um par de horas entre o trabalho. Sim, eu à uma da manha ainda estava a trabalhar e depois voltei a ir às 6 da manha...num fim-de-semana, por isso ir arejar por umas horas era o mínimo. Fui ter com duas desconhecidas e uma delas atingiu-me num dos meus pontos fracos: corpetes!

A rapariga é muito bonita, tem um sorriso capaz de derreter calotas polares e um corpo que me enche as medidas. Nem era preciso mais nada para me alegrar a vista mas aquele corpete (e o resto do 'disfarce' já agora) foi uma agradável surpresa, eu babei um bocado admito e a tentação de desfazer aquele laço...ficou-se pela ideia, quando uma pessoa está listado como 'amigo' e a mulher tem complexos com tipos mais novos nem vale a penar estar com ideias. É ficar pela fantasia.

Numa noite em que se diz que ou é doçura ou travessura eu bem que abdicava dos doces todos em favor de umas belas travessuras... Há tanto tempo que não é dado o prazer de ser um menino travesso e mal comportado :(


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Voltinha na máquina do tempo

Acho que às vezes devo viajar no tempo e nem me apercebo. Podiam era levar-me para a semana antes do jackpot dos 190 milhões que eu não me importava de ganhar só os 160 da semana anterior :P

Por vezes dou por mim a ouvir coisas da boca de um tipo da minha idade que eu pensava só ter sido possível há 50 anos atrás ou num outro país com uma sociedade profundamente machista e repressora, assim uma cena como o ISIS quer implementar. 

Um dia ouvi o seguinte "Essas gajas como a que vimos ao almoço...vão assim de saia curta para o escritório é só para provocar, só para foderem o patrão...". 
Eu lá lhe disse "Tens noção que essa merda é completamente ridícula, fodasse...tu nem gostas de ver nem nada e se te sentes provocado o problema é teu."
Responde ele "É o quê pah, eu sei bem bem, é para provocar é, essas putas..."
Desisti da conversa, não adiantava discutir dado o absurdo da cena. 

Outro dia o tema da violência doméstica veio à baila. Mais um caso triste de um monstro que mata a mulher a tiro porque suspeitava que tinha sido traído, outro caso do tipo que não aceitou que a mulher se tivesse divorciado e tornado a casar mais tarde, o ex-marido tinha morto todos a tiro. 
Ouço o seguinte "Essas gajas...alguma merda elas hão-de ter feito, fodem a cabeça a um gajo e depois é assim...de certeza que elas fizeram alguma cena."
Mais uma vez fiquei meio atordoado com o que ouvi e após uma breve troca de palavras fiquei a perceber que as mulheres mortas às mãos de maridos, ex-maridos, namorados e quejandos fizeram por merecer...pois, é como essas galdérias que usam saias curtas e decotes, depois não querem ser violadas...

Fodasse...esta merda é tão ridícula como me perguntar se por acaso sou gay por não querer ir a um "bar" e pagar a uma prostituta para mandar uma.

Depois vêm muitas tipas queixarem-se de que não há homens de jeito e que é tudo uma merda, pudera, só escolhem tipos como este que se farta de engatar gajas e por quem tantas outras babam.

Há merdas que não dá para perceber, não dá.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Febre de Sexta à noite no escritório voluntariamente

Ninguém me paga mais nada nem por isso me dão algum agradecimento mas eu vim voluntariamente terminar umas cenas para o escritório a uma Sexta-Feira à noite...

At first I was...


...but then I was a...


...and now...


...na verdade vou acabar isto e vou mesmo para casa dormir.


sábado, 11 de outubro de 2014

Esta semana

Esta semana não gostei nada de viver neste sítio, de viver cá sozinho.

Não gostei de perceber que realmente não tenho amigos cá, de perceber que não tenho com quem conversar de forma aberta, sincera e sem julgamentos. 

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Esta semana ia destruindo o carro ao sair do trabalho tarde e debaixo de chuva, tive medo. O estúpido é que tive mais medo de estragar o carro do que propriamente de eventualmente me partir todo. 


Sinto-me cansado e não é só o corpo. A minha paciência e tolerância andam por baixo mas não tenho outro remédio senão gramar com esta merda toda e continuar a minha vida. Isto é o que é e não vai ficar mais fácil. Nenhum homem é uma ilha mas eu sinto-me cada vez mais isolado.

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domingo, 5 de outubro de 2014

Compromisso

Ahhh os compromissos!!! Dizem que os homens fogem deles como o Diabo da cruz e até tem ponta de verdade mas como Mark Twain disse a propósito de rumores sobre a sua morte, é largamente exagerado. 

Sinceramente chega a pontos que a chateia o raio da 'choradeira' de certas mulheres que estão sempre a bater na mesma tecla mas que vão aplicando alguma cosmética ao discurso e se saem com coisas como "As pessoas querem relações fugazes, pois têm medo de se entregarem por inteiro!".

Eh pah...fodasse que já chateia. Há muita gaja que vomita estas pérolas porque levou com os pés de um camelo qualquer que a comeu e a seguir desapareceu. Este discurso gasto e batido aborrece e afasta qualquer um. Assim não me admiro que um gajo só se interesse pela pessoa em questão para sexo e nada mais.

Obviamente que há por aí muitos homens e mulheres que o que querem é pinar e mais nada, no strings attached, e usam as mais ardilosas estratégias para conseguirem o que querem. Há de tudo e cabe às pessoas saberem o que querem e no que se querem meter.

Já escrevi algumas vezes neste meu espaço que gostava muito de ter uma relação séria, duradoura, com futuro, com tudo o que isso tem de bom e mau, ter algo que nunca tive. Nunca tive essa sorte, nunca se proporcionou e não é por falta de vontade minha. Não aconteceu e não é porque eu tenha medo de me entregar por inteiro como algumas mulheres já me atiraram à tromba. Por uma questão de educação nunca me passei e as mandei para onde me apetecia mandar...

Obviamente que também me apetece pinar e não ter que me chatear com nada nem ninguém depois. Sexo pelo sexo se quiserem. Não me venham com cenas de "é da idade", "típico de gajo tarado...", "ai que porco", "leviano". Hipocrisias não se faz favor. 

Uma vez disseram-me que eu era "desses que só querem cenas rápidas e fugazes" porque eu comentei que tinha medo de me apaixonar porque como mudava de cidade e país frequentemente ia ser complicado para mim. Enfim...como se mudasse muita coisa no mundo por eu me apaixonar por alguém, não muda nem importa a ninguém. 

As pessoas querem coisas diferentes em momentos diferentes e é complicado encontrar alguém que esteja no mesmo momento e que queira o mesmo que nós. É complicado, a vida é complicada. Uma vez que é manifestamente complicado então não deviam dar mais valor? As mesmas pessoas que dizem coisas como a que citei acima são as mesmas que vêm com as balelas de que só se for difícil e complicado é que vale a pena porque o fácil não dá luta e mi mi mi mi mi mi...como se fosse crime uma pessoa facilmente conhecer alguém e daí nascer uma relação ou então duas pessoas olharem uma para a outra e decidirem pinar porque é exactamente isso que querem uma da outra sem andar com rodeios.

As pessoas têm de se convencer de uma coisa: as pessoas querem relações fugazes não porque tenham medo de se entregar mas porque o que querem é mesmo uma cena fugaz! Há excepções?! Com certeza que as há mas regra geral é só mesmo aquilo sem mais complicações. Metam isso na cabeça e não tentem arranjar mais desculpas e inventar teorias para maldizer os homens. Já chateia, fodasse...


quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Ai as vontades!

Esta semana tem sido fodida para ser sincero. Já me apeteceu despedir-me, arrumar as tralhas e bazar para Portugal. Já me apeteceu mandar toda a gente no escritório para o real caralho. Já me apeteceu dizer que "hoje até estão fofinhos" enquanto lhes dava com um pau nas costas. Já estive quase a explodir e insultar um dos chefes mesmo não tendo ele culpa das merdas daquele dia. A vontade teve de ir passando à custa de café e cigarros.

Vontades passam e outras não me deixam. Daquelas que se pudesse todos os dias eram satisfeitas. Fica a música que dá uma ideia. Ai não fosse o caralho da distância...


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Respirar um bocadinho

Foi uma viagem relâmpago a casa, menos de 48 horas para chegar a casa, ver pais, dizer olá a uma mão cheia de pessoas, ver o mar e testemunhar o principal motivo da viagem. 

Os casamentos, a cerimónia e as cenas que aquilo envolve, por norma aborrecem-me um bocado. Tendo sido criado na religião católica e sabendo bem todos os rituais e passos envolvidos aquilo nunca deixou de me enfadar um bocado. Ao longo da minha vida dei por mim sempre a pensar "Bora lááááááá pessoal, toca a despachar!" e quando não pensava nisto era porque havia algo de diferente que me fazia recordar aquele evento como mais do que apenas outro casamento. Para quem se casa é um momento único mas para alguns convidados é só protocolo.

Foi um momento muito bonito. Uma cerimónia bonita, simples, rápida e com um fantástico cenário que só os amantes da água do mar que entra por terra adentro sabem como nos faz sentir. Pouca gente, só quem era essencial estar, sem convidados à palete só porque sim. Grupo pequeno e bastante animado. Uma banda com bom gosto e vocalista bonita e com uma bela voz.  
Fiquei genuinamente feliz por ter podido fazer parte de um dos dias mais felizes da vida daqueles dois. Amiga do coração e que trago no coração de há longos anos, estava realmente feliz ao lado de alguém que a faz realmente feliz e por quem também sinto grande amizade. Gosto muito dos dois e a espaços senti-me mal e algo culpado por os invejar, por querer ter um bocadinho daquilo que eles têm. A vida é mesmo assim, uns têm e outros não. 


Finda a festa foi ir a casa tomar banho, dormir um par de horas, acordar mal disposto, fazer uma viagem mal disposto e com mau humor. Ir embora deixa-me assim.

Esta música é para eles, não sei se a conhecem mas a mim diz-me muito.


Vontades

Ai o rabo, o belo do cu de uma mulher. Isto é motivo para reflectir um bocado, por palavras e imagens. Por palavras agora não me apetece mas por imagens a reflexão fica a seguinte:

beatnikdaddio:

"dat ass" sayeth the lord.

(daqui)

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Sofrer à distância

A distância, mais uma vez a puta da distância... Estando longe não podemos valer àqueles de quem gostamos quando eles passam por momentos menos bons, um telefonema ou uma mensagem não é a mesma coisa. Não é mesmo.

Sempre, desde miúdo, gostei de "ver com os olhos". Gosto de tocar nas coisas e principalmente nas pessoas. Gosto do tacto e preciso de tocar em quem gosto. Acho que é importante, é uma necessidade para mim. Um telefonema ou uma videoconferência não substituem o toque. 

Há um sentimento de impotência que me invade porque não me posso tele-transportar para junto de quem eu gosto e que atravessa um momento menos bom, felizmente há saúde que é um bem de valor incalculável. 

O corpo está aqui mas o coração e cabeça nem por isso. 

O sofrimento não tem de ser necessariamente por motivos menos bons, o estar ausente leva a que perca os momentos bons também. 

Uma amiga casou e eu não pude estar presente num dos dias mais importantes da vida dela. Conhece-mo-nos desde os 6 anos e é das mulheres mais bonitas, por dentro e por fora, que eu conheço. Ela sabe que tenho pena de não ter estado presente, espero sinceramente que me perdoe e que não fique zangada comigo.

Outra amiga emigrou. Tenho muitas saudades dela, dos nossos cafés e cigarros, das conversas e de eu lhe dizer que ela é gira que dói. É verdade, o raio da moça é linda pah :P Sei que ela está feliz, está numa cidade fantástica e tenho a certeza que vai ser uma experiência extraordinária. Vamos a ver se a consigo visitar.

Há datas importantes a serem comemoradas na família e eu aqui sozinho. Sozinho em casa e no resto. Enfim, mais do mesmo...acho que vou enfardar Nutella a ver se me alegro.

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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Isto resume tão bem o "Gosto de ti como amigo"

Encontrei este gif estes dias e identifiquei-me de imediato. Acho que exprime exemplarmente o que um gajo sente quando estamos apaixonados por alguém e ouvimos a dilacerante frase "Eu gosto de ti...mas como amigo."

Um homem sente-se absolutamente destroçado digam o que disserem.

Guys in the Friendzone be like

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Saudades e inveja

Tenho saudades de casa.

Saudades das pessoas, da cadela, do gato, dos sítios.

Saudades de ir à praia.

Saudades de certos beijos, dos beijos que não dei, dos que não foram devidamente saboreados, do sabor.

Saudades de sexo, daquelas noites de sexo, do corpo, das curvas, dos contornos, da pele, do cheiro, do toque, do sabor, do êxtase, da loucura.

Saudades de uma solidão que me bastava, do desapego, da paz de nada nem ninguém ter.

Inveja, já sei que é muito feio mas não vou ser hipócrita, de quem tudo isto tem...ou pelo menos um bocadinho.

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sábado, 16 de agosto de 2014

Compatibilidades

A compatibilidade entre duas pessoas é algo muito complicado de se encontrar, há quem passe uma vida inteira sem nunca encontrar alguém com quem sinta esse 'encaixe' e há outras que têm a sorte de encontrar esse encaixe algumas vezes. Algumas devem ser arraçadas de carregador universal ou coisa que os valha, encaixam em todo o lado...ou então fingem bem 'pra xuxu'. 

Há diferentes formas e níveis de compatibilidade entre as pessoas. Pode ser só uma amizade, um partilhar do mesmo tipo de humor, amores correspondidos, corpos que encaixam na perfeição, libidos que se igualam, fantasias comuns, desejos, fetiches, etc.  

A compatibilidade com alguém é algo que nos satisfaz, a mim satisfaz. É por isso que há pessoas que considero verdadeiros amigos e com quem posso contar, riem das mesmas coisas que eu, aturam-me e eu a eles, pessoas que mesmo longe têm carinho por nós e nós por eles, e depois há os outros que são conhecidos.

Não sei se a compatibilidade a 100% existe mas acho que é possível chegar lá perto. Se não for em todos os domínios, pelo menos em alguns. 

A certa altura da minha vida conheci alguém com quem me identifiquei bastante. Personalidade forte. Surpreendente. Inteligente, muito inteligente. Mulher de desejos fortes, fantasias e fetiches semelhantes. Se calhar eram as borboletas e as hormonas a bombardear o cérebro com mensagens de que "ali" estava a compatibilidade que buscava. Tão alta foi a subida como a queda. Não deu. A distância e outras cenas da vida, não sei bem quais e prefiro não saber sinceramente, 'mataram' a cena. Adiante, a vida continua.

Noutra altura encontrei por artes do acaso e do destino outra mulher interessantíssima e com quem eu achei que encaixava muito bem. De facto encaixamos bem. Sentimos grande empatia um pelo outro, gostamos de conversar quando temos oportunidade e o sexo...o sexo é absolutamente incrível! Os nossos corpos encaixam, literalmente, muitíssimo bem um no outro e tudo acontece naturalmente. A química (eu que não posso com esta expressão estou a usá-la) existe, acho eu...pelo menos da minha parte eu sinto. Mais uma vez a distância e demais circunstância da vida nos levam a afastar.

A compatibilidade existe. Eu já tive um gostinho dela mas o raio da distância torna tudo incompatível....foda-se... 

E agora uma batida sexy com uma letra a condizer. 
  

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Ansiedade

A ansiedade é uma coisa tramada. Por vezes tira-me o sono, faz-me suar, faz aparecer tiques nervosos e tolda-me o discernimento. 

A ansiedade faz-me sofrer por antecipação. Quer seja por algo bom ou mau,  a ansiedade aparece e por vezes quase me estraga o momento. 

A semana que passou foi tensa. Já tinha marcado aquela consulta há cerca de um mês após ter a certeza de que aquilo que eu tinha encontrado em mim não era realmente suposto ali estar. Do tamanho de um grão de arroz, aquele pequeno caroço deixou-me alerta. Uma rápida pesquisa na net dizia-me que podia não ser nada como podia ser cancro e que era especialmente perigoso em homens na minha faixa etária. Foda-se...foi o que eu pensei. No tempo que mediou a marcação da consulta e a consulta propriamente dita passou-me tudo pela cabeça. Pensei em todos os cenários, pensei em como é que ia contar à família e se ia contar de todo, despedia-me das pessoas, pensava no que fazer antes de um pretenso fim. Não contei nada a ninguém, aguardei com a serenidade possível o dia da consulta. Antes de entrar em pânico havia que falar com um especialista e por isso era melhor não estar já com grandes filmes...mas não consigo evitar, obviamente que eu pensava que podia ser algo muito sério.

Chego à consulta, peço para falar Inglês porque naquele estado não me conseguia expressar convenientemente em Francês, o médico (o tipo, gajo porreiro, devia ser pouco mais velho que eu) agradece porque também não se desenrasca bem em Francês, explico-me e ele leva-me logo para fazer uma ecografia.

Após uns segundos de análise e de mexer nuns botões diz-me algo como "Fizeste muito bem em vir cá para ter a certeza mas tasse bem, isto não é nada de grave e desde que não tenhas dores ou outros sintomas não tens de fazer nada." Nessa altura eu só pensava "Foda-se que alívio pah...caralho, ainda bem, daaaaaasse."

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Saí de lá a respirar de alívio e a relativizar uma série de coisas que afinal, na vida, não têm assim tanta importância. Não vale a pena sofrer por antecipação, eu não consigo evitar, mas não vale a pena.

Raio da ansiedade...o que vale é mesmo sentindo ansiedade em muitas situações da vida ela nunca me levou a ficar mal em certas e determinadas situações :P




sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Voar

Apetece-me meter num avião e ir apanhar ar a outras paragens, ter férias como gente normal, ter programas de gente normal, chegar ao aeroporto e ter uma recepção ao melhor estilo dos 'chick flicks' americanos, ser beijado com vontade e sofreguidão, sexo louco sem tabus...

Mas que raio...o que é o ser normal? Não sei, se calhar o oposto de tudo aquilo que sou.

Outros dias apetece-me continuar a ser o gajo um bocado estranho, discreto, quase invisível, que tem um emprego estranho, que não parece nada ser Português, chega a horas, dorme até tarde e que vê montes de séries. 

Há outros dias ainda em que eu não sei o que realmente quero ou me apetece, não me apetece ser eu...

terça-feira, 22 de julho de 2014

Respirar é preciso

Há dias em que é preciso ignorar certas boquinhas e respirar...ignorar quem acha que andamos a comer gelados com a testa e que estão ressabiadinhos só porque não lhe seguimos as ideias todas ou fazemos aquilo que acham que deve ser feito...

Para certas pessoas, e hoje uma em particular, é preciso meter um filtro. O filtro funciona como aquelas redes de pesca que apanham peixe de um certo tamanho e deixam os peixes mais pequenos, em fase de crescimento, fugir pelos buracos. Uma pessoa deixa-os falar à vontade e vai filtrando todas as tretas que vão saindo daquela boca, acena que sim e manda-os bardamerda mentalmente. 




quinta-feira, 10 de julho de 2014

Algumas pessoas deviam acordar para a vida e abrir a mente

Hoje lembrei-me de uma conversa que tive em tempos com uma moça minha conhecida e que na altura me fez chocar de frente com a tacanhez e a mente fechada que alguma malta da minha faixa etária ainda tem. Isto assusta-me, irrita-me e indigna-me, tudo ao mesmo tempo.

Debaixo de que rocha saiu esta gente, é o que eu penso. A conversa com a dita moça já se repetiu em moldes parecidos com outras pessoas com a minha idade, um ano a mais ou a menos.

Ao que me lembrou a conversa já levava algum tempo, diversos temas, várias pessoas a falar e eis senão quando a moça me pergunta: 
"Há quanto tempo é que estás sozinho, há quanto tempo não tens namorada?!" 

Eu, um bocado envergonhado disse-lhe: "Eh pah...eu nunca tive uma namorada. Cenitas do secundário que duraram dois meses não contam..."

Ela então atira-me o seguinte: "A sério? Mas isso não é normal...então quer dizer que és virgem."

Eu: "Quer dizer que sou virgem como assim? Porque é que dizes isso?"

Ela: "Então...se nunca namoraste nunca tiveste ninguém para fazer sexo."

Eu (já a ficar fodido com a conversa da falsa puritana e prestes a tornar-se falsa virgem ofendida): "Olha lá, isso até podia ser verdade, o facto de nunca ter tido ninguém que tivesse querido pinar comigo, mas tu realmente achas que a malta só faz sexo dentro dos 'laços sagrados' do namoro e matrimónio? Eh pah...se achas que sim vais ter muitas desilusões ao longo da vida, isso dos contos de fadas e do mundo cor-de-rosinha não é como a Disney pinta..."

Ela: "Então mas és ou não és?"

Eu: "Não que seja da tua conta ou que eu tenha que te dizer, mas não sou. E depois?" 

Ela: "Mas então...fizeste sexo com quem?"

Eu: "Fodasse...pah, foi com uma mulher uma vez que eu só gosto de mulheres..."

Ela: "Há sim claro que sim, mas então era uma amiga? E ela só quis fazer sexo contigo sem sentir nada nem querer namorar? Ai que horror..."

Aqui eu comecei a bufar e a ficar visivelmente irritado com a tacanhez da gaja.

Eu: "Simmmmmmmmm! E então, qual é o problema? Ela queria pinar, eu idem aspas aspas, catrapumba! Enrola-mo-nos, pinamos, ficamos os dois satisfeitos e cada um foi à sua vida. É assim tão difícil de entender? Fizemos mal a alguém? Olha, foi bem bom e até repetimos a dose."

Ela: "Ai que horror...eu não conseguia, ai meu Deus...tu tens a mente demasiado a aberta, eu não era capaz..."

Eu: "Ah?! E depois? Mente aberta agora é defeito? Fodasse...olha-me esta agora. Tu se calhar devias era abrir um bocado essa cabecinha porque essa mentalidade do século passado numa gaja da tua idade fica tão, mas tão mal. Que tu não sejas capaz de fazer sexo com alguém com quem não tenhas uma relação emocional eu aceito de bom grado e percebo, agora que me julgues e digas que é um horror...Poupa-me pah...daqui a bocado ainda me vais dizer que não fazes broches porque é nojento, que não fazes de quatro porque isso é coisa de puta e que umas palmadas no rabo é coisa desses tarados do BDSM...oh senhores...Se as pessoas se deixassem de merdas e fodessem mais olha que andava tudo mais contente e de sorriso nos lábios."


Depois disto ela desviou a conversa porque comigo "não se pode conversar sobre certas coisas" mas não sem antes me perguntar o que queria dizer BDSM. Esta gente para além de mal informada mistura tudo e tem uma mente tão pequenina e tão fechada que me assusta. É esta gente que mais tem filhos e eu tenho receio de como os vão educar.

Mas esta moça foi só o primeiro caso de outros que eu já encontrei e custa-me a crer que esta gente pense mesmo assim. Não sei em que universo vivem em que o sexo só acontece com quem se tem uma relação amorosa e Deus nos livre de andar por aí a pinar com este e com aquele quando nem sequer se namora.

Acho que uma coisa não tem necessariamente a ver com a outra. Uma não tem que implicar a outra. Pode e deve haver sexo sem ser numa relação e uma relação deve ter sexo, digo eu que nunca tive uma relação.

Eu aceito os outros mas não quero é que me julguem e recriminem por pensar de forma diferente e não ter tabus. Estas cenas irritam-me...

terça-feira, 8 de julho de 2014

Ai o camandro...

Isto anda aqui algo estranho e alguém não me disse.

Comento nalguns blogs e os comentários pura e simplesmente não aparecem, são pelo menos dois casos em que os comentários tem que ser aprovados pelo/a dono/a do blog.

Das duas uma: ou isto anda com problemas para os meus lados ou os meus comentários de repente são incómodos e eu não percebi.

Se fiz mal a alguém, acusem-se, atirem-me pedras e coiso.

Estranho...

domingo, 6 de julho de 2014

Na melancolia dos dias, música...

Gosto desta moça, ouço menos vezes do que devia e hoje encontro este fado que tanto me diz. 

Nesta melancolia que têm sidos estes dias invernosos por aqui, não é só em Portugal, e na solidão que pesa tanto aos Domingos à tarde, o fado que é tão nosso ganha ainda mais significado.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Eu qualquer dia passo-me a sério...

Realmente esta merda andava toda muito calma há tempo demais e eu já começava a estranhar. A minha vida uma calmaria, a rotina instalada, o aborrecimento a vir ao de cima...realmente quem diz que as grandes tempestades são antecedidas de uma estranha calma, têm razão e eu já começo a comprovar isso vezes demais.

Fodasse lá o caralho para esta gente mais a sorte que eu tenho em só dar com doidos e filhos da puta!!!

Se as merdas não sobrassem para o meu lado eu ainda vivia mais ou menos bem com isso mas como sobram...oh sorte...

Se as pessoas se querem despedir e ir embora...eh pah, vão de uma vez que raio!

Isto complica-me a vida em mais do que um sentido e posso ter que vir a fazer o trabalho de duas pessoas mas que gaita, ao menos se calhar passava meio ano sem levar com "bombas" em cima, causar-me insónias e dizer mal da minha vida...

Estou para ver no que isto dá mas não auguro coisa boa não.

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segunda-feira, 23 de junho de 2014

As minhas pancadas por vezes têm razão de ser

Californication é sem sombra de dúvida uma das minhas séries preferidas. Acho que todos os homens que seguem a série já sonharam ou sonham ter a vida do Hank Moody que se resume a sexo, drogas e rock&roll. Se calhar não com tanta droga mas que o gajo leva uma vida do caraças isso leva.

Sigo a série desde o início e, apesar de algumas séries terem sido fraquinhas e repetitivas, esta nova série está bem porreira e com situações do arco da velha que um gajo só pensa "Só podia ser na América e em Hollywood...". A banda sonora de toda a série é muito boa também.

Sempre achei piada aquele universo todo da vida do Hank e aos amigos dele. Por algum motivo a personagem da mulher do agente dele, a Marcy Runkle. Até a ver na série eu sinceramente não conhecia a mulher de lado nenhum, nunca a tinha visto noutra série ou filme, mas achei logo piada ao estilo despachado, respondona e voz algo rouca. Tem a sua graça. Mais piada achei quando vi que a mulher até consegue ser bastante sensual na série. Opinião discutível para alguns mas eu gosto, ponto. Quanto mais ia vendo da série mais achava piada à mulher. A mulher desperta-me interesses pah...

Por vezes eu sou um bocado lento a perceber as coisas e a ligar as coisas e só aqui há uns tempos me caiu a ficha. Eu já me cruzei com uma Marcy! As semelhanças físicas e psicológicas são muitas e não deixam enganar. Mas eu gostei mais da que tive pela frente, e não só :P

Um furacão, um doce, uma bomba sexual, uma caixinha de surpresas que não deixa ninguém indiferente. Esta Marcy mexeu comigo de uma forma incrível, é impossível esquecer aqueles momentos incríveis.


Eis o tributo à Marcy da série: 


quarta-feira, 18 de junho de 2014

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Anda por aí muita gente com falta de alguma coisa

É um facto que existe muita gente por aí muito mal fodida. Andam mesmo, ou porque não sabem foder ou porque não têm quem as/os foda como deve de ser. O "deve de ser" quer dizer que não saboreiam a coisa e/ou não atingem o dito cujo orgasmo, a petit mort!

Ou então são mesmo umas/uns cabras/cabrões amargas/os que chuparam um limão a certa altura da vida e nunca mais perderam aquele piquinho a azedo.  

Hoje deu-me para isto depois de ler alguns comentários no Facebook a propósito de um post com alguma piada sobre orgasmos e a incapacidade dos homens perceberem se a mulher lá chegou ou nem por isso.

Já uma série de vezes me indignei com o insulto gratuito e o "bora-malhar-nos-gajos-gratuitamente-só-porque-sim-só-porque-é-da-praxe" ou lá porque o Vitó ou Tomané todo bonzão ou com grande carro com quem andam basicamente os querem despejar nelas e estão-se a cagar para se elas se vêm ou não. Elas também não reclamam com eles nem acabam a cena, aposto! Já que muito gaijedo critica gratuitamente eu também posso fazer.

Invariavelmente aparece a crítica de que os gajos são egoístas, não sabem como lá chegar, estão ali a martelar feito martelo pneumático (curioso que há peça que assim seja, mas ok...), que são parvinhos e não percebem nada, etc e tal. Muitas destas são as que têm nojo de fazer sexo oral ou que acham que para bico basta pôr lá a boca duas vezes e está o assunto despachado e arrumado porque para um gajo é igual ao litro. 

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Fodasse...e não dizem isso na cara aos gajos porquê? Porque é que continuam sempre a foder o mesmo? Não compram uns brinquedos e resolvem sozinhas porquê? Não passam a comer gajas porquê? Se falassem e explicassem como gostam de ser comidas muita coisa se evitava. Comunicação minha gente! Se alguém ficar ofendido ou de orgulho ferido temos pena, a vida é mesmo assim e não é para ser perdida em más fodas ou no "inconseguimento" do orgasmo. 

Eu sempre tentei ser um gajo altruísta no sexo e nunca me coibi de pedir indicações ou sugestões para tornar a experiência mais agradável para ambos porque, o prazer de com quem estou é o meu próprio prazer. Não sou perfeito e estou longe de o ser, mas tento, esforço-me para que o sexo seja bom e para que não se arrependam do tempo passado comigo ou então que vão fazer comentários para o Facebook...

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domingo, 8 de junho de 2014

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Mas queres o quê?

Normalmente até sei o que vou querendo mas tenho falhas importantes relativamente às coisas que realmente quero da vida. Importantes porque às vezes nem sei se é bom ou mau...por exemplo, ainda não sei o que quero fazer o resto da vida a nível profissional.

A nível pessoal também não tenho a certeza muito sinceramente. Aqui há coisa de três anos eu achava-me completamente pronto e preparado para me meter numa relação séria, uma coisa tipo casamento mesmo, brincar às casinhas e por aí fora. Achava-me no ponto, pronto era isso.

Há uns dias esta ideia voltou-me à cabeça e andei uns dias a pensar nisto. A conclusão a que cheguei é que acho que não estou nada preparado. Em vez de crescer e amadurecer acho que regredi neste aspecto. Não sei se fiquei mais amargo, azedo, desencantado com a vida e por isso agora me sinto assim ou se sempre fui mais imaturo do que aquilo que eu julgava ser. Continuo a querer viver um amor pleno, um compromisso sólido e que me preencha em pleno e me faça feliz...

Não sei, sinceramente não sei e acho isto estranho. Eu já devia estar bem resolvido relativamente a este assunto.

O que sei é que voltei de coração apertado por quem deixo, com vontade de ficar e perceber-me, perceber algumas coisas que vão cá dentro

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Bailemos nós

Voltar é nostalgia. Voltar traz-me recordações do bom e do mau, é normal acho eu. A vontade de repetir certas coisas e pessoas do passado muitas vezes põe-me nostálgico. Este fim-de-semana a visão de uma bailarina que transbordava sensualidade, a dançar ou parada porque o corpo daquela mulher era qualquer coisa digna de ser contemplada, fez-me reviver de uma forma bastante vívida momentos únicos partilhados com alguém que transborda sensualidade e, tal como aquela bailarina, tem o olhar felino e sedutor de quem sabe perfeitamente o efeito que provoca em quem a olha.


O inesperado do nosso encontro foi semelhante ao inesperado de ver aquela bailarina a bambalear o corpo pela pista do bar de sempre. O nosso encontro, não com a bailarina, começou morno e, mesmo no meio de outros, aqueceu, aqueceu até que entrou em ebulição. Inesperado, uma surpresa encontrar tal ser e mais inesperado ainda devolver o interesse que eu havia depositado nela.


O desejo por aquela mulher desde o primeiro momento que lhe pus os olhos em cima cresceu ainda mais ao ouvir o que lhe saía da boca por aqueles lábios carnudos e que prometiam beijos de roubar o fôlego. O timbre da voz seduzia.

Quando uma mulher é bem segura de si, sabe o que quer e não está para joguinhos parvos, vai directa ao assunto. Ambos fomos e não foram precisos discursos ou longas palestras de elogios mútuos. Queríamos o mesmo e isso bastou. 

O desejo, a vontade, a excitação e empatia fizeram de uma simples noite de sexo e loucura numa fabulosa noite de sexo e prazer partilhado entre dois seres que não sendo muito mais do que perfeitos desconhecidos nessa noite fossem verdadeiramente amantes e cúmplices no prazer que davam um ao outro.

Partimos um do outro, por vezes as regras do desejo e do tesão não se conseguem sobrepor aos ditames da vida de cada um. Partimos mas com o sabor um do outro nos lábios e a memória dos nossos corpos numa comunhão de desejo e tesão que desde então não mais encontrei.

Pode ser que um dia os olhares se voltem a cruzar e bailemos de novo como a bailarina de olhar felino, cor de pecado e sensualidade que enchia a pista.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Home

Também eu me dou a clichés de quando em vez. Daqui a menos de 24h vou ar um pulinho até casa...e diz que para a semana chove, oh p*ta de sorte.

De qualquer maneira, ai que vontade pah!!!


sábado, 10 de maio de 2014

A merda da distância

A distância é uma merda e mata coisas, pessoas, relações. 

O estar longe de pessoas de quem gosto e não ter a possibilidade, e/ou os meios financeiros para poder ir ter com elas, é a coisa que mais me custa nas minhas aventuras longe da minha terra.

A distância fez com que amigos se distanciassem de mim e ajudou a perceber que posso estar meses sem falar com alguns que, ao meter os pés em solo Português e indo ter com eles é como se tivéssemos estado juntos no dia anterior. 

A distância já me apagou a pequenina chama que eu julgava estar a arder entre mim e alguém especial. A distância destróis chances ao amor e faz com que as pessoas nos varram do seu coração e a mim deixa-me cicatrizes profundas no coração como que a dizer "É porque tu estás longe que não deu certo, que não aconteceu, que não foste feliz desta vez." O pior é que é verdade...a culpa é minha porque estou longe, porque tenho que ir para longe para sobreviver. Por vezes pergunto-me se sou assim tão burro e incompetente que tenho que ir para longe para poder sobreviver a nível profissional obliterando qualquer ideia que eu tenha de poder vir a ter vida pessoal.

Não acredito em relações à distância. Gostava de partilhar um bocadinho daquela imensa fé e optimismo de quem fala das suas relações à distância e que diz que essa mesma distância só reforçou o amor que sentem pela outra pessoa. Eu tento, a sério que tendo, mas não consigo encaixar isso em mim, não dá. Se digo isto em voz alta invariavelmente levo com a puta da frase, uma das que mais me enfurece e quase me faz insultar alguém: "Ah, isso é porque nunca gostaste a sério de ninguém, é porque nunca estiveste verdadeiramente apaixonado ou amaste alguém." Foda-se, pró caralho mais a puta da conversa. Sabem lá da minha vida toda ou se eu amei ou não, se me apaixonei a sério ou não. Amei sim, apaixonei sim. O sentimento do outro lado não era o mesmo, é a vida. Mas o meu sentimento era e é verdadeiro. 

Das coisas que mais prazer me daria fazer caso dinheiro não fosse mesmo problema era meter-me num avião sempre quisesse e fazer uma chamada: "Olá! Vamos jantar mais logo?"

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sábado, 3 de maio de 2014

Sabedoria no 9gag

Um dos meus sites preferidos e onde passo horas é o 9gag. Por vezes há lá pérolas de sabedoria que eu vou partilhando. 

Ora mais uma e que é bem verdade.

Take initiative

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Ponto fraco/chave

Diz-se que é preciso saber em que "botões" carregar para provocar as reacções que queremos de alguém. Se pressionarmos os botões certos poderemos ter agradáveis surpresas.

Os homens são muitos simples e básicos nesse aspecto, eu incluído, mas há pontos/botões que têm outro encanto, que têm mais poder do que os outros. O pescoço é um deles. Não sei porquê mas darem-me atenção ao pescoço faz maravilhas, acho bastante sensual no meu caso não tem nada a ver com fantasias vampirescas...apesar de ter os caninos algo salientes e se eu morder deixa umas marcas tipo vampiro :P

O pescoço, a meu ver, tem alto potencial erótico. Gosto que se dediquem um pouco ao meu pescoço e adoro atacar o pescoço feminino, é bonito e oferece belo caminhos para o prazer tanto subindo como descendo, pela frente ou por trás. Quem nunca sentiu um leve tremer de pernas por causa de um beijo bem aplicado no pescoço que atire a primeira pedra. Se atiraram pedras arranjem um moço ou moça que vos agrade e ponham isso em prática, vá lá, não custa nem dói nada e se doer...se doer pode ser tão bom na mesma :P


quarta-feira, 30 de abril de 2014

Bora dar uma? é pela floresta!

Acho que vou usar esta bela frase de engate um dia destes e tudo por causa do que leio no Correio da Manhã. As coisas que eu descubro.

Então não é que existe uma ONG que de chama Fuck For Forest em que a malta vai pinar para a floresta, filma e/ou fotografa e depois vende para ajudar causas ambientais. Do que as pessoas se lembram :P 

Uma causa nobre sem dúvida :D

Li aqui.

domingo, 27 de abril de 2014

perguntas complicadas a um Domingo

Uma das minhas colegas de casa é um conhecimento "antigo" do ano passado e gosta imenso de me fazer perguntas e de me dizer "Não não não, eu é que sei e digo-te que isto (coisa que ela acha que vai acontecer) te vai acontecer o quanto antes num estalar de dedos".

Ela é um bocado cusca mas eu até gosto de conversar um bocado com ela quando nos cruzamos na cozinha. Das primeiras perguntas que me fez mal eu voltei a esta casa foi se no campo amoroso alguma coisa tinha mudado e hoje foi porque é que eu achava que quase de certeza nunca me iria casar. Após eu responder lá voltou a não aceitar as minhas respostas e dizer que eu estava errado.

Será que é assim tão complicado aceitar que os outros têm opiniões fora do que é 'bem'?! 

Eu perguntei-lhe se, tendo em conta que tenho a idade que tenho e até hoje em dia nunca ninguém quis ter uma relacionamento amoroso, como é que eu poderia estar muito optimista que ia viver um conto de fadas e me casar em breve?! 

Caramba, eu acho que sou um tipo realista tendo em conta o que sou, quem sou, o que tenho e como vivo. Não adianta andar com muitas ilusões e fazer castelos no ar porque a realidade não é cor de rosa e toda fofinha. 

Não tenho todas as respostas nem posso prever a 100% o futuro (se pudesse o Euromilhões já me tinha caído no bolso) mas tenho que ser sensato e ver que passos posso dar. 

Se calhar no entender de certa gente eu devia ir já amanhã escolher um fato/smoking, umas alianças e começar a escolher nomes para a futura prole...